Scott Frank 1 Scott Frank: Biografia (1960 - atualmente)
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Scott Frank é um cineasta / roteirista de cinema e outras produções, para outras plataformas, que já conseguiu se destacar bastante no mercado, graças a trabalhos como “Out of Sight” (1998), “Logan” (2017) e “The Queen’s Gambit” (2020, O Gambito da Rainha), onde além de produzir, também dirigiu a obra.

Essa última obra, aliás, que é uma produção original da Netflix, fez muito sucesso com o público e também com a crítica, sendo indicada, em 2021, a nada mais nada menos que a 18 prêmios no Emmy. Assim, além de roteirista, que era a função em que Scott Frank realmente possui destaque em sua carreira, sua vida como diretor também está sendo bastante aclamada.

Fatos Rápidos sobre a vida de Scott Frank

NomeScott Frank
GêneroMasculino
Famoso comoCineasta / Roteirista
NacionalidadeNorte-americano
Signo do zodíacoPeixe
Nascimento10 de março de 1960

Quem é Scott Frank?

Scott Frank é um cineasta, roteirista, diretor e escritor norte-americano, tendo em 2021, exatos 61 anos de idade, tendo em vista que nasceu no dia 10 de março de 1960. A profissão que realmente descreve a vida de Scott Frank é a de roteirista, tendo escrito ou adaptado obras como “Out of Sight” (1998) e “Logan” (2017).

Contudo, o cineasta vem ganhando destaque também como diretor, ao dirigir a premiada produção original da Netflix, “O Gambito da Rainha” (2020, The Queen’s Gambit), que conseguiu realmente um grande destaque dentro da plataforma de streaming, mesmo sendo o mesmo ano de lançamento de outras obras realmente gigantescas, como Bridgerton, que foi um verdadeiro fenômeno mundial, batendo vários recordes da Netflix.

No entanto, além desses trabalhos, Scott Frank também é o responsável por produções como “Godless” (2017); “Caçada Mortal” (2014); “O Vigia” (2007); “Irresistível Paixão” (1998); “Minority Report – A Nova Lei” (2002) e “Get Shorty” (1995).

Primeiros trabalhos de Scott Frank

Scott Frank iniciou seus trabalhos como roteirista aos 21 anos de idade, em 1981, ao dar início a escrita da obra  Little Man Tate, que seria realmente lançada apenas 10 anos depois. No entanto, desde essa época, enquanto ainda frequentava a universidade, ele já começou realmente a pensar nesse projeto.

Ao terminar sua formação, ele acabou tendo dificuldades para encontrar emprego em sua área, tendo que trabalhar como bartender por algum tempo, enquanto corria atrás de algumas oportunidades.

Assim, em 1984, finalmente ele conseguiu sua contratação por uma grande produtora da época e também dos dias atuais, que é a Paramount Pictures. Mesmo assim, sua primeira obra imaginada por ele há alguns anos ainda levaria um tempo para que finalmente fosse roteirizada e produzida.

Antes disso, em 1987, finalmente ele conseguiu lançar sua primeira obra: Plain Clothes, que acabou não gerando grandes benefícios para ele. Apenas em 1991, exatos 10 anos após ter imaginado e escrito sua obra, Scott Frank conseguiu lançar Little Man Tate.

Esses trabalhos, embora ainda não fossem nada em relação ao enorme sucesso que o roteirista iria conseguir em sua carreira, sem dúvidas foram de fundamental importância, principalmente levando em consideração que foram suas primeiras obras, onde ele Frank finalmente conseguiu colocar em prática tudo o que havia aprendido.

E realmente nos anos que se seguiram, Scott Frank iniciou seu destaque cinematográfico, muito devido a parcerias como o grande diretor Steven Spielberg, que contou com a ajuda do roteirista para escrever alguns trabalhos. Mas nesse meio período, ela já havia começado a se destacar, inclusive com uma indicação ao Oscar, pelo roteiro adaptado de Out of Sight, em 1998, que contava com as estrelas de Jennifer Lopez e George Clooney.

Parceria com Steven Spielberg

Não há dúvidas de que Steven Spielberg é um dos maiores diretores de todos os tempos, tendo diversas produções de sucesso como “Tubarão” (1975); “E.T. O Extraterrestre” (1982); “De volta para o futuro” (1085); e “Jurassic Park” (1993). Com isso, ter a oportunidade de trabalhar ao lado desse grande nome da indústria cinematográfica, é realmente uma oportunidade única, que ajudou a alavancar também a carreira de Scott Frank.

Assim, Steven Spielberg acabou chamando Scott Frank para ajudar no roteiro da obra, chamada Minority Report – A Nova Lei (2002), estrelado por Tom Cruise, famoso ator de franquias como “Missão Impossível”. E essa parceria rendeu frutos, principalmente para Frank que acabou ganhando alguns prêmios pelo seu trabalho de roteiro da obra, que foi bastante elogiada pela crítica.

Sem dúvidas, essa parceria com um grande diretor, do naipe de Spielberg ajudou muito também ao então roteirista Scott Frank a dar início à sua vida como diretor poucos anos depois, devido a sua experiência que já havia adquirido com outras produções feitas por ele até então.

Scott Frank: de roteirista a diretor

Depois de já ter escrito algumas obras de sucesso, ganhando alguns prêmios e recebendo uma indicação ao Oscar, Scott Frank acabou se aventurando também na carreira de diretor, muito devido a experiência que já havia adquirido como roteirista em seus anos de carreira, e das parcerias que teve nesse período.

Mas, um ponto interessante sobre isso era que o objetivo naquele momento em que deu seus primeiros passos como diretor, não era realmente o de dirigir a obra, que ele já havia escrito para outra pessoa dirigir, mas por coincidência do destino, acabou tendo que ele mesmo realizar a direção.

O ano era 2007, e Frank já tinha então 47 anos de vida e 26 anos de carreira, o que já era realmente uma longa estrada dedicada às produções cinematográficas, dando bastante capacidade e versatilidade ao roteirista, quando acabou dirigindo o filme “The Lookou”.

Aqui entra também um outro ponto interessante, que é o tempo que Frank dedicou a essa obra, já que ainda em 1998, ele iniciou esse trabalho de roteiro da obra, que ficou na geladeira por todo esse período.

Seu pensamento inicial, desde esse tempo era entregar a direção para Sam Mendes, que acabou não conseguindo pegar o trabalho pois estava ocupado em outras produções. Assim, foi justamente o próprio Mendes que começou a colocar na cabeça de Frank que ele mesmo deveria dirigir sua obra, pois acreditava em sua capacidade.

E já em seu primeiro trabalho como diretor, Scott Frank já conseguiu ganhar um prêmio pela obra, o que mostrou seu talento não apenas para roteirista, mas também como diretor de filmes. Tanto que desse ponto em diante, ele acabou não parando mais, sempre trabalhando também como diretor em outras obras.

A vida de escritor de Scott Frank

Enquanto se aventurava também como diretor, Scott Frank resolveu utilizar suas habilidades de escrita para outra profissão, de certo modo, bastante similar a de roteirista: a de escritor.

Assim, ainda no ano de 2016, ele acabou lançando seu primeiro romance, intitulado de Shaker, no gênero de mistério, e que está disponível para venda em plataformas como a própria Amazon.

Trabalhos na Netflix

Embora tenha se aventurado por diversos caminhos, foi a profissão de roteiro, bem como também a de direção que realmente levaram Scott Frank ao estrelato. Tanto que conseguiu embarcar outros grandes sucessos na maior plataforma de streaming de todo o mundo, que é a Netflix, justamente escrevendo e dirigindo algumas obras, completando ainda mais o catálogo da plataforma que já conta com produções originais do naipe de O mundo sombrio de Sabrina, e também de Orange is the new black.

A primeira foi Godless, no ano de 2017, onde ele já conseguiu um enorme sucesso com o público e com a crítica, e onde Frank escreveu e dirigiu a obra, recebendo alguns prêmios pela produção.

Godless foi uma minissérie, de sete capítulos, que durou uma temporada, seguindo o cronograma já premeditado, já que finalizou a história, não deixando brechas para uma continuação. A obra foi estrelada por Jeff Daniels e Jack O’Connell, e se passava no velho oeste.

Devido ao sucesso, Frank acabou ganhando outra oportunidade dentro da plataforma, que conseguiu realmente um sucesso absurdo, na minissérie “The Queen’s Gambit” ou “O Gambito da Rainha”, em 2020, onde ganhou um Emmy pela sua direção, já que novamente ele escreveu e dirigiu a obra.

A produção também era uma minissérie, que trata sobre o tema Xadrez, sendo finalizada ainda em sua primeira temporada, contendo 7 capítulos ao todo. No entanto, ficou para a história, sendo a minissérie mais assistida dentro da plataforma, em todos os anos de atuação da Netflix, o que é realmente um feito gigantesco para Frank Scott, que tem muitos créditos pela obra.

Principais trabalhos de Scott Frank

Em sua carreira como roteirista e também como diretor, Scott Frank já participou de dezenas de produções, sendo algumas de muito sucesso, que lhe renderam premiações e indicações, transformando-o em um dos maiores cineastas de todos os tempos.

É inegável o fato de que seu grande destaque vem realmente para obras mais recentes, o que mostra que o roteirista e diretor está bastante atualizado aos conceitos mais modernos do cinema, adaptado à realidade atual, sendo então um ponto mais positivo para o cineasta.

Assim, as produções que indiscutivelmente marcam a carreira de Scott Frank são Justamente “O Gambito da Rainha”, de 2020, que devido a todas as premiações, indicações e audiência, embora seja uma produção de streaming; “Logan”, de 2017, que narra a história final do Wolverine, um grande herói dos quadrinhos, dos desenhos e do cinema, sendo bastante conhecido em todo o mundo; e “Out of Sight”, de 1998, que foi o grande responsável por lançar o roteirista e diretor para o mundo cinematográfico de uma vez por todas.

No entanto, além desses trabalhos, Scott Frank também é o responsável por produções como “Godless” (2017); “O nome do jogo” (1995); “Caçada Mortal” (2014); “O Vigia” (2007); “Irresistível Paixão” (1998); “Wolverine: Imortal” (2013); “Minority Report – A Nova Lei” (2002);  “Malícia” (1993); “Get Shorty” (1995), “Marley & Eu” (2008); “Mentes que brilham” (1991); “A Intérprete” (2005); “Voltar a morrer” (1991); e “O Vôo da Fênix” (2004).

Assim, Scott Frank já conseguiu roteirizar e dirigir diversas produções, e estando com 61 anos de idade, tudo indica que ainda exercerá sua profissão por um bom tempo, tendo a oportunidade de trabalhar em muitas outras obras.

Premiações 

A carreira de Scott Frank também foi marcada por muitas premiações e indicações a prêmios bastante desejados, sendo premiado não apenas como roteirista, mas também como diretor.

Como já mencionado, embora não tenha conseguido levar o troféu para casa, ele já foi indicado ao Oscar duas vezes, com “Out of Sight”, de 1998, pelo roteiro da obra, e também em “Logan”, de 2013, onde ele também recebeu a indicação graças a seu roteiro.

É preciso levar em conta, que mesmo não conseguindo efetivar o prêmio, ser indicado ao maior prêmio do cinema mundial, é algo realmente gigantesco, digno apenas para poucas pessoas, e mesmo sem a vitória, capacita o indicado como um dos melhores daquele ano, o que é realmente incrível. Mesmo assim, ele ganhou outros prêmios importantes, como o Globo de Ouro e o Emmy  em outras obras.

Outro ponto que também é importante lembrar é que ainda em 1996, na parte inicial de sua carreira, ele também já foi indicado ao Globo de Ouro, como melhor roteiro de filme, mas sem levar a estatueta. 

Dessa forma, além dessas indicações, Scott Frank conta com prêmios no cartel de Edgar Awards, em 1999, por Out of Sight, devido ao roteiro do filme; Prêmios Saturno, em 2003, por escrever Minority Report; Independent Spirit Awards, em 2008, por The Lookout, devido a sua direção; Globo de Ouro, em 2021, por O Gambito da Rainha, como melhor minissérie, onde ele mesmo escreveu e dirigiu; e também um Emmy, em 2021, novamente por O Gambito da Rainha.

Isso sem falar nas inúmeras outras indicações que o cineasta recebeu em sua carreira, o que mostram a competência de Scott Frank não apenas como o brilhante roteirista, mas também como um diretor alinhado com as tendências modernas.