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Biografia Lady Gaga

Lady Gaga

Lady Gaga é uma grande estrela no universo do Pop, ficou famosa principalmente por cantar muito bem e também pela grande presença que tem por onde passa. Por ser uma mulher que chama muito atenção, se tornou uma das maiores cantoras da atualidade.

Atualmente com pouco mais de 30 anos, a cantora também se revelou como atriz, empresária, produtora musical e sempre foi uma compositora talentosa. Possui um vasto repertório e muitos de seus sucessos foram escritos por ela mesma.

A cantora Lady Gaga revolucionou o mundo do pop e desde que ingressou na carreira como cantora, se destacou. Se tornou um dos nomes da música pop e contemporânea e continua lançando álbuns de sucesso.

Além de ser uma grande cantora, também é uma grande instrumentista, e revela que grande parte de sua influência artística são astros de grande magnitude como Madonna, Michael Jackson, David Bowie e Queen.

Por ser muito extravagante em suas apresentações e aparições, se tornou também um ícone de estilo. Muito diferente do convencional, Lady Gaga mostra que é uma artista completa. Para saber mais sobre a vida e a carreira da estrela, continue lendo.

Fatos rápidos sobre a vida de Lady Gaga

NomeStefani Joanne Angelina Germanotta
GêneroFeminina
Famosa comoCantora, compositora, instrumentista, atriz, produtora musical e empresária
NacionalidadeAmericana
Nascimento28 de março de 1986 (35 anos)
Nome artísticoLady Gaga
Gênero musicalPop

Quem é Lady Gaga?

Uma das principais palavras para descrever a artista é excentricidade. Não há como falar de Lady Gaga, sem citar sua marca registrada em estilo, comportamentos, polêmicas e letras ousadas junto de muita performance.

A cantora é uma artista completa que assim que decidiu fazer parte do universo da música, sabia que o que tinha para oferecer ao mundo. Antes mesmo de ser famosa como cantora, já escrevia grandes sucessos para outros artistas e bandas.

Com todo o repertório que possui hoje, migrar para o universo do cinema não seria algo difícil. Por ter estudado em conservatório durante parte de sua vida, interpretar sempre foi um grande sonho e o que faria parte de transformar a sua carreira novamente.

Lady Gaga é uma artista completa, com um talento inesgotável. Está sempre disposta a criar arte de verdade, para trazer algo totalmente novo aos seus fãs. Além disso, sempre lutou por causas importantes e é ativista pelas causas LGBT.

Lady Gaga: Infância e juventude

Batizada com o nome de Stefani Joanne Angelina Germanotta, nasceu nos Estados Unidos, em Nova York, no dia 28 de março de 1986. É a filha mais velha da família, dos Joseph Germanotta e Cynthia Germanotta. Amboes descendentes de italianos e franceses do Canadá.

Com onze anos de idade, Lady Gaga ingressou na vida escolar, para uma escola católica romana, chamada de Convert of The Sacred Heart, que ficava no Upper West Side, em Manhattan.

Mesmo pela localidade, a cantora sempre revelou em suas entrevistas que não veio de uma família rica. Que seus pais sempre trabalharam muito e ficavam cerca de 12 horas fora de casa trabalhando.

Aos 4 anos de idade aprendeu a tocar piano, e sua primeira canção foi criada quando Stefani tinha treze. Aos quatorze passou a frequentar casas noturnas e se apresentava quando era dia do microfone livre.

Quando entrou no ensino médio se tornou atriz de musicais, e interpretou Adelaide no espetáculo de “Guys and Dolls” e depois fez o papel de Philia em “A Funny Thing Happened on the Way to the Forum”.

Toda a vida academia de Lady Gaga foi regrada e cheia de dedicação e disciplina, como ela mesma revela. Ao mesmo tempo que sempre diz ter sido tímida e um pouco insegura durante essa fase. Sempre teve a personalidade mais provocativa e por ser excêntrica, sempre ouviu piadinhas e brincadeiras de mal gosto.

Por se sentir uma estranha, teve seus amigos na escola, mas não se encaixava em todo o resto. Contudo, sempre foi considerada uma boa aluna, gostava dos meninos, mas cantar já era sua paixão. Depois da escola, sua mãe foi a responsável por encorajar Lady Gaga a se candidatar a uma vaga no conservatório Tisch School of The Arts, na Universidade de Nova York.

Com dezessete anos ingressou no conservatório e passou a morar no dormitório, onde estudou música, aprimorou sua capacidade de compor e escrever textos analíticos e dissertações sobre questões importantes, como religião e política. Mas não chegou a completar os estudos para se dedicar a sua carreira.

Início da carreira

Depois de sair do conservatório, Lady Gaga decidiu tentar para audições e diversos papéis até que aos dezenove anos, assinou com a gravadora Def Jam Recording, que durou pouco tempo, cerca de três meses. Isso aconteceu por que a administração da gravadora a apresentou ao RedOne que era compositor e produtor e então, sua primeira música foi produzida, “Boys Boys Boys”.

Com isso, se mudou de apartamento e gravou mais algumas músicas em um estilo mais voltado para o hip hop, que fez parte de um trabalho voltado a um audiolivro infantil, “The Portal in the Park”.

Lady Gaga também montou uma banda, a Stefani Germanotta Band, junto de alguns amigos da faculdade, que gravaram canções de balada, em um estúdio em Nova Jersey. Nessa fase usou drogas e depois passou a se apresentar em lugares burlescos. Então o produtor Rob Fusari a ajudou e a incentivou a compor suas primeiras canções.

Fusari sempre a admirou muito e via nela habilidades muito próximas de Freddie Mercury, então, seu nome artístico “Gaga”, foi criado. O nome veio da própria música do Queen, “Radio Gaga”. Como a cantora estava em processo de criação de imagem, essa foi uma mensagem e tanto.

Passando então a ser conhecida como Lady Gaga, alguns jornais começaram a noticiar a sua história de forma errônea. Em 2007, Lady Gaga fez uma colaboração com Lady Starlight, que também a incentivou a criar moda de palco. As duas se apresentaram em diversos pontos da cidade, até que foram convidadas a se apresentar no Lollapalooza dos Estados Unidos.

A apresentação foi um grande sucesso e por ter várias críticas positivas, seu nome começou a ser ligado a músicas dançantes, eletrônicas e pop. Com isso, Lady Gaga encontrou seu estilo e sua imagem musical, principalmente ao incluir ainda o Glam Rock do Queen e do David Bowie em suas melodias pop.

Fusari enviou uma de suas músicas produzidas junto com gaga ao produtor e executivo Vincent Hebert, que rapidamente quis assinar contrato com a cantora, e agora ela fazia parte da Streamline Records.

Ela sempre deu créditos a Vincent por tê-la descoberto e alega que juntos mudaram a história do pop. Com o passar do tempo, foi adquirida pela Sony Music Publishing e mais tarde assinou contrato musical com a empresa. Foi contratada para escrever músicas para Britney Spears, Fergie, The Pussycat Dolls e New Kids on the Block.

Enquanto trabalhava como compositora, Akon, reconheceu suas habilidades como cantora e a contratou em sua própria gravadora, mesmo que ela ainda continuasse com suas contribuições as outras empresas.

Seu álbum estreia lançou duas das principais faixas que fizeram parte do início da carreira de Lady Gaga, que foram inicialmente os singles, “Poker Face” e “Just Dance”.

Depois do estrelato

Mesmo já tendo uma carreira na música sólida, depois do lançamento dos dois singles, é que sua carreira deslanchou e daí não parou mais. e, 2008 com o lançamento do seu álbum “The Fame”, Lady Gaga marcou os tops das paradas por muitas semanas, além de conquistar alguns prêmios importantes.

Foi “Paparazzi” e “Poker Face” que lhe renderam seu primeiro Grammy, como Melhor Álbum eletrônico/Dance do ano. Depois disso vieram outros trabalhos, como “The Fame Monster, onde ela relançou seu primeiro álbum, mas de uma forma diferente, mostrando principalmente o lado ruim da fama.

Em “Born This Way” começou um novo movimento, de mostrar que ser diferente é ótimo, com muito empoderamento sobre autoestima e amor própria. Foi quando foi apelidada de “Mother Monster. Esse álbum foi proibido em alguns lugares, devido a canção “Judas”.

No ano de 2013, lançou seu álbum de nome “ArtPop”, que não teve boas críticas, e nesse momento, a cantora decidiu se afastar durante um tempo da mídia. Decidiu se reinventar e tratar da depressão que sofria.

No ano seguinte, realizou uma grande parceria com Tony Bennet, e lançou “Cheek to Cheek”, no mais clássico e limpo estilo jazz. Algo completamente diferente do que Lady Gaga já havia produzido. Porém, seu talento lhe permitiu explorar esses outros gêneros e a dupla levou um Grammy.

Conquistando cada vez mais sucesso, em 2016 o álbum “Joanne” com mais pop, trouxe músicas que se destacaram, como “Million Reasons” e “Perfect Illusion”.

Mais tarde, seu primeiro filme, um remake de “Nasce uma Estrela”, foi lançado em 2018. Em co-protagonismo com Bradley Cooper que foi um sucesso. Lhe rendendo o Oscar de Melhor Canção Original, por “Shallow”. O filme foi muito aclamado pela crítica e então voltou a fazer música como o público o gosta.

Em 2020 lançou seu, até então, último trabalho, “Chromatica”, que traz de volta toda a essência da excentricidade de Lady Gaga, assim como era no começo. O pop puro e diferente que os fãs sempre amaram.

Visual inusitado

Ao longo da carreira de Lady Gaga, ela não passou despercebido principalmente pela maneira como sempre se apresentou e como se vestia. Em premiações importantes, como o MTV Music Awards de 2010, a cantora apareceu vestindo pedaços de carnes apenas.

Passando pelo tapete vermelho vestida dessa maneira, não tinha como não chamar atenção. Além disso, nos anos seguintes continuou surpreendendo. Em 2011, na mesma premiação Lady Gaga apareceu vestida como seu personagem masculino do clipe de “Yoü and I”, Jo Calderone.  Foi com esse alter-ego que a cantora recebeu seus prêmios.

Seu senso estético e moda sempre foi muito polarizado. Por ter grande influencia da modernidade, a fama global lhe proporcionou liberdade para se expressar dessa forma.

Vivenciou a polêmica também de acharem que ela era intersexual, algo que ela rejeitou como uma grande lenda urbana, mas alegou ter grande apreço pela androginia. Com tudo, sua moda extravagante sempre serviu para mostrar e expressar sua personalidade mais artística.

Na cerimônia do Oscar por exemplo, em 2015, se mostrou muito elegante e apareceu para recebeu seu prêmio e também fez uma apresentação ao lado de Bradley Cooper inesquecível. Entrou para a lista da Time, como um dos 100 ícones da moda de todos os tempos.

Além de se vestir de forma ultrajante, também consegue marcar através das roupas ainda mais que suas músicas, que vão do plástico a pedaços de carne. Com críticas e aclamações, ela é a popstar que menos passa despercebida em qualquer premiação ou apresentação.

O legado de Lady Gaga

Já nomeada como “Rainha do pop”, Lady Gaga foi incluída no quarto lugar em um ranking feito pela Rolling Stone, em 2011, por ter uma das maiores métricas de vendas de discos. Se destacando como uma das maiores mulheres da música em 2012, pelo canal VH1.

No mesmo ano, o “The Elevated”, acabou se tornando uma característica de exposição, no “From the Pharaoh to Lady Gaga”, foi para comemorar o aniversário do Museu de Varsóvia.

Com isso, a cantora foi por muitas vezes colocada como pioneira, principalmente por atrair atenção em diversos problemas. Ela é reconhecida como um dos artistas mais populares entre os anos de 2000 e 2010.

Além disso, ela já foi considerada por diversas vezes uma inspiração para seus fãs, principalmente pelas causas que defende, e as interações que sempre incentivou nas redes sociais. Lady Gaga abriu portas para os artistas e popstars que sempre quiseram se tornar celebridades se tornando a própria arte.

Se tornou influência, inclusive, para diversos novos artistas da atualidade, como Miley Cyrus, Ellie Goulding, Sam Smith, Nicki Minaj e muitos outros.

Lady Gaga também faz parte da luta dos direitos LGBTQ+, neste ano de comemoração de 10 anos do lançamento do álbum “Born This Way”, o prefeito de West Hollywood deu a chave da cidade para a cantora, por todo o impacto positivo que seu álbum trouxe aos fãs da comunidade.

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