Já há algum tempo os móbiles vêm ganhando espaço no mercado. No entanto, o que alguns pais não sabem é que esses pequenos brinquedos para os bebês têm funções além de divertir os pequenos. De fato, estimular os bebês é algo fundamental e que deve ser feito a partir dos primeiros meses de vida.

A estimulação precoce é muito importante para as crianças, já que ajuda a promover habilidades físicas, mentais e sociais. Além disso, previne alterações motoras, psicológicas e cognitivas. Da mesma forma, ajuda a encontrar possíveis problemas futuros de distúrbios de aprendizagem ou desenvolvimento, e favorece a ligação entre pais e filhos.

Para tanto, um móbile pode ser um bom aliado. Esses itens geralmente são o primeiro brinquedo do bebê, e estimula a criança a fazer movimentos com os olhos, com a cabeça e o pescoço. Como se pode notar, eles são muito mais do que itens decorativos, e são recomendados a partir do segundo mês de vida do bebê.

Melhores móbiles disponíveis

Com tantos produtos disponibilizados pelas empresas, pode parecer uma tarefa difícil comprar um móbile. Contudo, isso não é algo tão difícil assim. O importante é que as mamães e os papais estejam atentos aos materiais com que esses produtos são fabricados, para garantir que não há nenhum tipo de plástico tóxico, por exemplo.

Além disso, é imprescindível garantir que o móbile não tenha partes soltas, o que poderia ser um grande risco para o bebê caso alguma peça se solte, podendo a criança levá-la à boca.

Dito isso, é hora de conhecer alguns modelos:

Móbile Take Along Coleção Meadow Days, Tiny Love, Colorido

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O móbile da Tiny Love é um dos mais legais que encontramos. O brinquedo com várias cores ajudará a estimular a atenção do bebê.

Além disso, o modelo tem 30 minutos de músicas gravadas e cinco melodias diferentes.

Móbile Meus Bichinhos de Pendurar, Fisher Price, Mattel

Outro modelo de móbile bem bacana é o da Fisher Price. Chamado de “Meus bichinhos de pendurar”, o brinquedo tem um panda macio e que traz consigo um chocalho; já o macaco tem brinquedos que podem balançar.

Além disso, o produto é fácil de ser adaptado na cobertura de um carrinho de bebê.

Móbile Berço Bebê Musical E Giratório Animais Da Floresta

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Este também é um modelo interessante. O produto da Sleep Baby, além de deixar o quarto da criança mais bonito, o brinquedo será um estímulo que ajudará o bebê a entreter-se e a desenvolver-se.

14 maneiras fáceis de estimular seu bebê

Estas são algumas ideias para estimular o seu bebê. Movimento e estimulação são os únicos alimentos que o cérebro de uma criança precisa. Esta é a melhor ferramenta de aprendizado: compartilhar momentos com a criança. 

Tudo isso pode ser feito em casa, sem preparação especial, e é uma grande maneira de ajudar os filhos a terem um bom alicerce sobre o qual construirão tudo o que aprenderem mais tarde. 

O primeiro ano de vida é uma época fundamental, em que a criança poderá adquirir muitos conhecimentos importantes para o seu desenvolvimento em tão pouco tempo. Que responsabilidade, certo?

Não há necessidade de ficar sobrecarregado. Nosso filho é mais inteligente do que parece. Como todos os bebês do mundo, ele vem com uma série de reflexos primitivos que o farão engatinhar, sentar e ficar em pé quando estiver pronto.

Os pais só têm que acompanhá-lo neste processo, e oferecer um ambiente seguro onde possa desenvolver suas habilidades. Seu cérebro é uma esponja e, para aprender, precisa que lhe ofereçam a chance de experimentar, encorajando-os a descobrir o mundo por si mesmos. Estas são algumas coisas práticas que podem ser feitas para estimular o bebê.

1. Amamentar

Já sabemos que o leite materno é o melhor para o desenvolvimento da criança, além disso, também é um alimento perfeito para alimentar o seu cérebro. 

Os bebês nascem com um certo número de neurônios que precisam se conectar uns aos outros. Os ácidos graxos presentes no leite materno auxiliam nesse processo.

Além disso, quando a mulher amamenta, ao trocar os seios, promove a simetria corporal. Portanto, é recomendável alternar o lado da ingestão também ao tomar a mamadeira.

2. Toque muito a criança

Os bebês vêm de um ambiente aquoso e fechado e têm que aprender a saber quais são os limites de seu corpo: onde termina e onde começa o mundo, basicamente.

Quando massageados, os receptores externos, que os fazem perceber onde estão, são despertos. Além disso, a criança que tiver problemas para iniciar a amamentação será auxiliada por massagens na palma da mão e ao redor da boca e também na barriga.

3. Jogos de imitação

Quando nascem, parece que as crianças só comem e dormem. Por outro lado, às vezes elas parecem estar ansiosas para se comunicar conosco. Elas não respondem colocando a língua para fora quando veem um adulto fazendo isso? 

O bebê identifica as pessoas que compõem seu círculo de confiança, vê que essas pessoas falam, observa como abrem a boca e fazem sons, como os gestos faciais acompanham a mensagem… É uma primeira comunicação não verbal, em que o pequeno será incluído quando respondermos aos seus gritos e os encorajarmos a nos imitar.

4. Abaixe-se!

Por volta dos 9 meses, começam a engatinhar (a gente insiste, cada criança tem seu ritmo), mas a partir dos 6, podem ficar no chão (podem ficar de bruços no momento em que seguram a cabeça), incentive-os com brinquedos para desenvolver músculos ao tentar agarrá-los ou parar as nossas mãos se percebermos que começam ao contrário. 

Com a cara para cima, deve tentar fazer com que façam movimentos laterais para os dois lados, por exemplo, chamando a atenção com objetos, sons ou com o seu brinquedo mais precioso: a mãe ou o pai.

5. Mova-se, por favor!

Todos os pais aprendem instintivamente que movimentos rítmicos e de balanço ajudam a acalmar o bebê. A consistência em certos movimentos gera rotas, conexões cerebrais que ajudam a prever o que acontecerá a seguir.

É o mesmo que acontece quando o atendemos quando ele se manifesta: “Eu choro e mamãe vem logo”, vai pensar.

6. Uma casa para ele

Durante o primeiro ano, a casa se adapta ao bebê e não o contrário. Quando começam a se mover sozinhos, precisam de um espaço que seja seguro para eles, mas também onde possam desfrutar de uma certa liberdade e não tenham que ouvir continuamente: “Não põe a mão aí”. 

Portanto, o melhor é manter fora do seu alcance tudo o que é perigoso ou pode quebrar. Em seu quarto, ele vai precisar de espaço, chão para se movimentar e ter brinquedos à mão.

7. Perto do coração

Se o nosso bebê é daqueles que se deixam embrulhar (há outros que ficam sobrecarregados e não suportam não poder mexer os braços), é muito cômodo alternar os períodos de liberdade, por exemplo, só com a fralda, com outras nas quais, envoltas em um xale ou uma manta. 

Carregá-los enfaixados também desenvolve o tônus ​​muscular, porque os bebês fazem pequenas pressões ao tentar se mover e buscar os limites do espaço.

8. Muito para investigar

Eles não precisam de aparelhos sofisticados, mas precisam de objetos de diferentes texturas, materiais, cores e espessuras. Podem ser tecidos, cordões, garrafas plásticas, tampas, um pedaço de madeira ou uma folha.

 Devem ter tamanhos diferentes, desde objetos grandes, como uma bola de pano que vai conseguir segurar com a palma da mão inteira, até pequenos objetos que possam agarrar com os dedos (para ajudá-lo a desenvolver o movimento de pinça).

9. Percurso de obstáculos

Antes de começar a andar, eles precisam dominar todos os movimentos (giros laterais, sentar, ajoelhar, etc.). Para ajudá-los a brincar, podemos transformar nossa sala em uma sala de habilidades motoras.

Pois bem, colocar uma caixa como obstáculo para contornar, almofadas para passar, uma mesa para rastejar por baixo, brinquedos como meta e, o módulo mais divertido: os pais no chão para escalar ou usar como apoio para subir.

10. Brinque com a criança

Embora o nosso pequeno seja um verdadeiro aventureiro, existem certos jogos que não pode realizar sem colaboração: o cavalo, a guerra das cócegas, o avião, por exemplo. Com todos estes jogos de movimento, ele desenvolve os músculos, equilibra-se, e o principal, ri com a mamãe e o papai, e os laços se fortalecem, a família se fortalece e memórias são construídas.

11. Experimente comida

Assim que eles começarem a experimentar diferentes tipos de alimentos, é bom deixá-los provar. A criança vai se surpreender com todos esses novos sabores, cheiros e texturas, vai melhorar sua coordenação motora ao pegar os alimentos com os dedinhos e, o mais importante, vai associar a hora das refeições a um momento feliz com mamãe e papai.

12. Pequenos desafios

Os bebês têm muitos brinquedos desde o nascimento, mas não precisam de tantos. O brinquedo bom é aquele que é desafiador, aquele que dá a oportunidade de ensaiar, fazer algo e conseguir. É por isso que é melhor esgotar cada jogo e, quando o tiver conseguido, introduza gradualmente outros que apresentem novos desafios. 

Tenha cuidado, deve ser um desafio aceitável. Embora seja importante que comecem a desenvolver tolerância à frustração, se o nível de dificuldade não estiver adaptado ao seu momento, não será interessante para eles (é melhor guardar o brinquedo e oferecê-lo quando tiverem avançado mais). 

O mesmo vale para livros. Um bebê não precisa de mais de cinco histórias. Ele não quer variedade. Ele quer repeti-los, predizê-los, perceber o que sabe. Então, mais adiante se poderá trocá-los por outros cinco que serão seus favoritos do momento.

13. Retransmitir 

Na rua, pode-se dizer à criança: “Olha um caminhão!”. No banheiro: “Agora vou lavar seu pezinho, agora suas mãos”. Ao lhe explicar as coisas, o ajudamos a descobrir o mundo, a conhecer as palavras do cotidiano e, além disso, ao lhe dizer o que vamos fazer a cada momento, ele antecipa o que vai acontecer, o que lhe dá segurança.

14. Aprendendo a engatinhar e andar

Quando as crianças começam a engatinhar (já dissemos: nessa fase, chão, chão e mais chão e se houver mais crianças e adultos lá embaixo com eles, melhor), o próximo passo é eles se segurarem e se levantarem. 

O ideal é que tenham um local para se apoiar e que possam circundar, por exemplo, uma pequena mesa que seja relativamente pesada, que custe um pouco puxá-la e assim possa segurá-la.

 É bom levá-los pela mão, mas quando os deixamos sozinhos e eles tomam a iniciativa, sua autonomia e autoestima são favorecidas. A mensagem é: “Explore, meu filho, que estou aqui apenas para garantir.”

Dicas para decorar o quarto das crianças

1. Funcionalidade

Acima de tudo, o quarto de uma criança é um espaço que deve ser funcional e adequado às suas necessidades, uma vez que passará grande parte do seu tempo fazendo tarefas muito diversas como brincar, estudar e descansar.

2. Segurança

Embora este ponto também dependa da idade das crianças, existem elementos comuns que devem ser analisados: quantas janelas existem e qual a altura delas? Podem representar um perigo para a criança? De que material é feito o chão? Escorregadio, muito duro ou irregular? Há plugues que precisam ser cobertos?

3. Ordem

Um espaço limpo e arrumado não é apenas reflexo de bons hábitos, ele também influencia o bem-estar, a concentração e o humor das crianças, além de ajudá-las a desenvolver outras habilidades importantes para a vida.

4. Cores

A combinação de cores e/ou o papel de parede devem ser balanceados para que a criança se sinta confortável e se aproprie do seu espaço, além de permitir que ela descanse ou concentre-se quando necessário.

Conclusão

Estimular a criança desde os primeiros meses de vida é uma das principais maneiras de aumentar os vínculos entre a mãe, o pai e o bebê. Por outro lado, isso ajudará ao desenvolvimento integral da criança.

Nesse sentido, um móbile pode contribuir na estimulação, especialmente nos movimentos com os olhos, com a cabeça e o pescoço.

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